sexta-feira, 30 de novembro de 2012

II Encontro Internacional de preparação da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013


† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ
 

“Ide e fazei discípulos entre as nações”
         Tivemos a alegria de acolher nesta semana o II Encontro Internacional de preparação da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013 que será a primeira em língua portuguesa da história! Mais de 75 países estavam representados: bispos, padres, religiosos, consagrados, jovens. Estava presente o Pontifício Conselho dos Leigos com toda a coordenação, e também a CNBB com a Comissão Episcopal para a Juventude. Esteve entre nós o Núncio Apostólico, representante do Papa no Brasil. Recebemos as visitas das autoridades do município, do estado e do país, além dos representantes presentes no decorrer do encontro. Foi um momento de esclarecimento, conhecimento, celebrações, visitas, discussão de assuntos, estudos – tudo para bem preparar esse encontro que dá ao jovem o protagonismo e a responsabilidade do presente e do futuro do mundo. Durante esse tempo, tivemos a oportunidade de escutar e aprofundar a mensagem do Papa Bento XVI para a JMJ Rio 2013.

Nós a recebemos com muita alegria: é a mensagem do Papa para a XXVIII Jornada Mundial da Juventude, que nossa “cidade maravilhosa” sediará em julho de 2013. Nessa mensagem, o Santo Padre convida toda a juventude, em especial aquela que estará presente aqui na cidade do Rio de Janeiro, a empreender os esforços necessários para que esse maravilhoso momento de graça produza os frutos para os quais se destina.

         A Jornada Mundial da Juventude, de acordo com o próprio texto da carta do Papa, é, acima de tudo, uma chamada urgente. Assim ele se expressa por reconhecer nos jovens a esperança do amanhã tanto em relação à Fé Cristã quanto em relação à sociedade de modo geral. Em outras palavras, são os jovens que, recolhendo o melhor do exemplo e do ensinamento de seus pais e mestres, irão constituir a sociedade do amanhã. E o Santo Padre recorda o texto da mensagem conciliar que depende da juventude “salvar-se” ou “perecer” na construção desse “amanhã”.

         Essa consciência deve estar arraigada na juventude não de modo efêmero, mas de modo perene. Embora muitos pensem ou afirmem o contrário, a juventude em geral não é irresponsável ou adepta de uma instabilidade de vida, mas sim desejosa de dias melhores, comprometida com o seu amanhã, e, com isso, empreendedora de inúmeros esforços para obter suas conquistas. Nessa perspectiva, a novidade de Cristo, que ama, nos ensina a amarmo-nos mutuamente e nos impele a transmitir a essência e a beleza desse seu amor a todos, pode e deve ser a motivação do ímpeto juvenil que protagoniza a busca pela civilização do amor.

          Atualmente, vivemos numa sociedade em que o progresso técnico e a globalização nos permitem empreender grandes coisas em favor do futuro, sobretudo no que tange à aproximação de pessoas e nações. Todavia, a forte inclinação ao materialismo, que o uso desses meios pode gerar, deve deixar em nós a observância em primeiro lugar do preceito do amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Almoço Festivo.

Será vendido na secretaria da Igreja Matriz e no final de todos os dias da novena o ticket para o almoço festivo que acontecerá no dia 09 Dezembro de 12h ás 14 horas no Convento do Carmo
o Cardápio será Feijoada e o valor: R$:8,00
Bebidas e sobremesas serão vendidas a parte.
Adquira logo o seu ticket, pois só venderemos uma quantidade específica, e ainda não sabemos se no dia será vendido.

 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Festa de Nossa Senhora das Graças na Carioca

A Comunidade de Nossa Senhora das Graças na Carioca, convida a todos para participar da festa de sua padroeira.

Neste sábado 24 novembro será o primeiro dia do Tríduo, que segue até a segunda feira dia 26/11, e na terça feira (27/11) dia da Festa, será concentrada na bica da carioca o inicio da procissão seguindo até a igreja onde terá inicio a missa festiva. 

A Comunidade aguarda a presença de Todos!!!

Novos Dirigentes...

Houve ontem 21 novembro a troca da equipe dirigente do Encontro de Casais com Cristo de nossa paróquia, Frei Reinaldo realizou o Envio desses casais que irão estar a frente do E.C.C em 2013, e com uma linda Adoração ao Santíssimo finalizou a reunião.

Os casais dirigentes do E.C.C no ano de 2013 são: Maninho e Roberta, Clóvis e Kelly, Luís e Josi, 
Eduardo e Belinha e Felipe e Giselly.
Que Deus os Ilumine e os Abençõe neste serviço a Igreja!

Convocamos todos os casais a nos ajudar no almoço da festa de Nossa Senhora da Conceição que será realizado no dia 09 Dezembro (Domingo). E que ficou sob a responsabilidade do E.C.C

A Confraternização do Encontro de Casais com Cristo ficou agendada para o dia 12 Dezembro ás 19:30 no Carmo.
Trazer um prato de Salgado e um refrigerante, e quem desejar participar do amigo oculto, trazer uma barra de chocolate.
Aguardamos todos os casais encontristas!
 

domingo, 11 de novembro de 2012

Missa dos Dizimistas

Neste dia ,11 de Novembro, segundo domingo do mês,celebraremos em ação de graças por você que é dizimista em nossa Paróquia.
Venha celebrar conosco ás 18 horas no Convento do Carmo.

Quem é dizimista contribui para as obras que a Paróquia realiza. Saiba que muitas pessoas, algumas que você nem conhece, se benefeciam do dízimo.
Não deixe essa corrente parar.
Não deixe de ser dizimista.

Convide outras pessoas para serem dizimistas.

Trigésimo Segundo Domingo do Tempo Comum


Para uma religião em espírito e verdade - Mc 12,38-44

 
Sentado diante do cofre de esmolas estava Jesus. Ele observava como a multidão lançava pequenas moedas dentro do cofre. Os ricos lançavam muitas moedas. 
Vindo uma pobre viúva, ele observou que ela pôs no cofre duas moedas de pequeno valor.
Jesus chamou ou discípulos e disse; " Em verdade eu vos digo que está pobre viúva lançou muito mais do que todos os que ofereceram moedas no cofre. Todos deram do que lhes sobrava. Ela, porém, na sua penúria ofereceu tudo o que possuía".

A viúva ofertou o que era necessário para sua sobrevivência, enquanto os ricos ofertaram o que eles tinham de sobra, o que não lhes ia fazer falta. O gesto da viúva, foi um gesto de confiança na providência divina, enquanto que os ricos, com suas enormes doações, apenas cumpriam obrigações para a conservação do templo e também para obter glórias e previlegios diante dos doutores da lei, uma vez que no tempo de Jesus os ricos eram valorizados e os pobres desprezados.
O gesto da viúva pobre, o desprendimento diante do que ela possuía, foi um gesto de
confiança na providência divina, um gesto de oração, fé e amor. A lição que fica desta boa mulher, é que “uma religiosidade autêntica é fruto de uma fé viva que se expressa no desprendimento, disponibilidade e doação, do que temos e somos, ao Senhor e ao próximo”.
 
Está é a religião em espírito e verdade, sem hipocrisia e formalismo. Esta é a religião que Deus aceita, porque Ele lê nos corações dos homens e sabe o que se passa dentro deles.
Não precisava conhecer os 613 preceitos (conforme prescrevia a tradição da época) para cumpri-los; É preciso, sim, dar o que é de Deus, quer dizer, em forma de duas moedinhas, esta viúva doou toda sua vida pela confiança em Deus. Demonstrou viver a autêntica Religião.
 
Abençoada semana a todos.
 
Frei Donizetti.

sábado, 10 de novembro de 2012

A família de um dependente químico adoece junto com ele.


Quando alguém abusa do uso de álcool ou de outras drogas e se torna um dependente, vai perdendo, gradativamente, o controle de sua vida e abandonando suas responsabilidades. Nesta hora, a família, ou os mais próximos, podem começar a assumir as funções que vão sendo deixadas de lado pelo dependente químico.

Contas para pagar, desculpas para faltar aotrabalho (enquanto este ainda existe), todos os assuntos referentes às crianças quando há filhos na família, atividades sociais, ... Tudo que alguém precisa cuidar e resolver, costumeiramente, vai sendo absorvido pelas pessoas mais próximas. Em geral, os familiares. Desta forma, os sistemas familiares geram relacionamentos extremamente adoecidos e que são sustentados e perpetuados porque as pessoas ligadas aos dependentes sentem-se presas numa armadilha, sem alternativas.

Neste cenário, faz-se necessário definir um termo pouco conhecido, a co-dependência, que significa: “viver num sistema em que uma pessoa se responsabiliza por outra que está agindo irresponsavelmente e destruindo a própria vida”. Mas isso tem um preço. Essa dinâmica adoece a família como um todo e cada membro no que cada um já traz como bagagem de dificuldade.

Seja em relacionamentos de casal, de pais e filhos, ou mesmo de amigos, o co-dependente equivocadamente se responsabiliza por outra pessoa tentando controlar algo que nunca será capaz: as ações e reações do outro. E, principalmente, o uso de drogas de quem está descontrolado. Isso é impossível, ninguém consegue efetivamente controlar outra pessoa, antecipar seus atos e impedir acontecimentos indesejados. Mas o familiar segue tentando. Em vão. E frequentemente se vê preso em uma ciranda de pensamentos e sentimentos que só geram mais sofrimento: negação do problema, raiva do adicto, superproteção, culpa, ansiedade, frustração e vergonha.

Focalizando no comportamento do outro, o familiar co-dependente não vê o seu próprio comportamento muitas vezes compulsivo e adictivo. Algumas características importantes ajudam a detectar se a família como um todo ou um familiar em particular está vivendo uma situação de co-dependência:

A primeira delas é ser capaz de identificar seus próprios sentimentos:

Pessoas que vivem situações assim, de convivência e tentativa de controle de alguém que está abusando de drogas, têm sentimentos dolorosos. Que por isso mesmo são negados, não são reconhecidos como tal. Negar sentimentos muito dolorosos ou difíceis de admitir acaba por causar a perda de outros sentimentos. Ao negar o sofrimento, negam também a alegria; suprimindo a raiva, desaparece a serenidade; sem o luto não conseguem vivenciar o contentamento. Assim, todos os sentimentos, os agradáveis e os ruins, são empurrados para fora da consciência. Não é que não sintam, mas, não identificam e não sabem o que sentem

Outra característica na qual se pode identificar um caso de co-dependência é quando o familiar do dependente sente 
culpa ao falhar com algumas responsabilidades do dia a dia, mesmo estando sobre carregado

Um dos poucos sentimentos que os co-dependentes se permitem sentir e reconhecer é a culpa que sentem. A crença 
comum, apesar de falsa, é: “eu causei este problema (álcool, drogas, etc.), portanto a culpa é minha”. Sentem culpa pelas ações do adicto com o qual estão envolvidos. Estes familiares também apresentam um alto grau de perfeccionismo,
 esperando demais de si e dos outros, perdendo às vezes a medida do bom senso. É comum exigirem, por exemplo, que 
o médico ou o terapeuta, num passe de mágica, faça com que seu parente pare de se drogar, ignorando completamente 
que os profissionais de saúde ajudam quem quer se tratar, ajudam até a reconhecer as evidências do que está 
acontecendo, mas não fazem milagres.

Além disso, o co-dependente não admite nem reconhece o problema:

Pode ser uma adicção declarada ou um problema escondido. Se for uma adicção, será sempre diferente da pessoa de 
quem são co-dependentes. O familiar pode ser um alcoólico que se queixa do uso de drogas ou do comportamento 
disfuncional de seu marido ou filho. O familiar pode comer compulsivamente, mas se queixa do cônjuge alcoólico. Em 
muitos casos, a perda de controle é escondida, como um segredo. Seja o que for, o co-dependente vive em completa 
negação do problema, não o admite e não o reconhece.

Outro sintoma da co-dependência está na repetição de padrões de comportamento que não funcionam:

Esses familiares têm dificuldade em fazer mudanças em suas vidas, geralmente sentindo-se impotentes e vitimizados em 
várias áreas, nas mais diversas situações. Também sentem vergonha de falhas que parecem não estar ligadas à co-
dependência (como suas próprias adicções à comida, tabaco, jogo ou mesmo álcool.

Estes são apenas os indícios mais comuns da co-dependência que pode incluir outros comportamentos destrutivos. Mas 
há esperança. Se, por um lado, a dependência química é uma doença crônica (incurável), progressiva e fatal, a co-
dependência não é incurável. Os padrões codependentes se instalam baseando-se nas dificuldades emocionais que cada pessoa já traz em si. Porém, com boa vontade, coragem e tratamento, é possível sair desse círculo vicioso de culpa, 
tentativas frustradas de controle e autodestruição.

* Verônica Barrozo do Amaral é terapeuta e conselheira em dependência química na clínica Solar Day Care, em 
Laranjeiras, na Zona Sul do Rio

Participe da Reunião do grupo de Auto Ajuda da Pastoral da Sobriedade.
Em Angra: Convento do Carmo, às 19h30- todas as 2as feiras   


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

II SIMPÓSIO SOBRE O PENSAMENTO DE JOSEPH RATZINGER


Nos próximos dias 8 e 9 de novembro, a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro realizará o II Simpósio sobre o pensamento de Joseph Ratzinger, com o tema: “Humanização e sentido da vida”.

Não poderia haver oportunidade mais propícipara se refletir sobre alguns aspectos do pensamento do atual Papa do que este ano, em que a Igreja comemora o 50º aniversário do Concílio Vaticano II, do qual o então jovem teólogo Joseph Ratzinger participou como perito. Comemoram-se, também, os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica, que bebeu das fontes do próprio Concílio e foi promulgado pelo Beato João Paulo II para dar a conhecer a todos, católicos e não-católicos, uma visão abrangente do conteúdo da nossa fé.
O Papa Bento XVI tem se empenhado em levar adiante este imenso trabalho, buscando torná-lo ainda mais acessível ao público em geral, sem, entretanto, prescindir da profundidade do seu conteúdo. Com este objetivo, presidiu a Comissão que elaborou uma versão mais concisa do Catecismo, o chamado “Compêndio”, promulgado logo no primeiro ano do seu Pontificado, em 2005. Agora, já temos também em mãos a tradução brasileira da mais nova versão do Catecismo, desta vez destinada aos jovens - o YouCat (abreviatura de Youth Catechism- fruto de um ardente desejo do Papa de levar a juventude ao estudo e aprofundamento da doutrina católica.
A visita de Bento XVI ao Rio de Janeiro, em julho de 2013, durante a Jornada Mundial da Juventude, se insere na celebração do “Ano da Fé”, que teve início no último dia 11 de outubro e se prolongará até o dia 24 de novembro de 2013. Este momento que a Igreja vive na convergência de tantos propósitos motivou os organizadores do Simpósio a refletirem sobre o pensamento do Papa como forma de diálogo com os jovens a respeito da fé. Assim é que a PUC-Rio, em parceria com a Fondazione Vaticana Joseph Ratzinger - Benedetto XVI e a Arquidiocese do Rio de Janeiro –, trouxe à nossa cidade este evento, em comemoração aos 40 anos do seu Departamento de Teologia.
Quando me refiro ao momento em que a Igreja vive, sem dúvida devemosreconhecer que ele é, em grande parte, fruto da inspiração e da iniciativa do nosso atual Papa. Bento XVI vem amiudando e aprofundando o diálogo com os jovens, e este Simpósio promovido pela PUC-Rio descortina à nova geração do mundo acadêmico alguns pontos importantes das suas reflexões.
Ao abordar tanto alguns temas atuais quanto as permanentes indagações do ser humano, as conferências se propõem a confrontar tais questionamentos com as respostas que a vasta formação e experiência do maior teólogo da atualidade nos apresentam. Partindo da questão sobre o sentido da vida, a programação percorreassuntos como política, ética e economia, que suscitam tantos debates éticos e moraiscontemporâneos, para desembocar no sentido último da existência e da realidade, à luz da fé.
O Simpósio da PUC-Rio pretende apresentar o pensamento de Joseph Ratzinger enquanto teólogo, sua interpretação do dado revelado, sua visão do mundo e o diálogo com a cultura atual. Essa interpretação, por sua vez, enquanto autêntica reflexão sobre a verdade, fornece à sua atuação no Magistério da Igreja a solidez e a argúcia de espírito que caracterizam os documentos do seu pontificado. Não se pode esquecer, também, a conotação mística que permeia suas reflexões, a lembrar que tudo parte de Cristo e a Ele retorna, como fonte e arremate de nossa vida e missão.
Considero este Simpósio, do qual terei o privilégio de participar, uma excelente oportunidade para se conhecer melhor o grande tesouro que o pensamento de Joseph Ratzinger representa para a Igreja e o mundo. Felizmente nós o temos como Supremo Pastor da Igreja, que nos guia e ensina, em nome de Jesus Cristo.

+ Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ


sábado, 3 de novembro de 2012

Solenidade de Todos os Santos e Santas de Deus


No primeiro domingo após o dia de finados, a liturgia nos propõe uma grande meditação, ou seja, meditar, olhar, buscar, descobrir, onde estão os santos e santas. Na verdade, quem nos dias de hoje quer ser santo e santa? Coisa “ careta,” de Igreja e não do mundo contemporâneo. Por isso que coisas estranhas andam acontecendo no mundo de Deus: os santos e santas, para serem tolerados ou aceitos, precisam virar estátuas. Lógico, uma estátua não incomoda, não perturba, não denuncia. Só os santos e santas que vivem conosco podem complicar a nossa existência. Buscamos os santos e santas de Deus lá no alto, mas eles caminham conosco no meio da multidão, no nosso coração. Caminham tão perto de nós que até os podemos tocar.

Em suas epistolas Paulo escreve aos santos de Filipo, aos santos de Éfeso, aos santos e fiéis de Colossos. Ele não escreve para as pessoas que se acham entre os anjos do céu, mas as pessoas que vivem na terra. São esses os santos e santas. A santidade é puro dom de Deus.

A sociedade quase nunca aprecia devidamente a presença visível de santos e santas entre nós. Santos? Nós os ignoramos, os marginalizamos, os torturamos. A preocupação maior está para os ídolos que fabricamos, quer seja na música, no futebol etc. Não há, em nossa correria do dia-a-dia, tempo para imitar a vida dos santos e santas.

Reclamamos dos santos antigos que nos são apresentados, exigimos santos e santas novos. Com certeza ao lado dos santos de época passadas, aguarda-se santos e santas de macacão, de jeans, de camisa de mangas, de santos e santas engajados na luta pelos direitos humanos. Ma já temos exemplos: Irmã Dulce, irmã Doroty, Dom Elder Câmara, Dom Casaldáliga, e muitos, muitos mais. Por que não imitá-los? Esses tipos de heróis não está faltando. É que não prestamos atenção neles. Eles andam lado a lado conosco, vivem em nossas comunidades e até em nossos lares. Mas para que santos e santas? E assim continuamos com os olhos fechados.

Quando no lar cristão começar o verdadeiro amor entre marido e mulher, quando houver diálogo, amor e compreensão, estaremos construindo um celeiro de santos e santas, pois os filhos estão carentes de bons pais para que eles possa imitá-los e poder obter para sua vida uma benção fecunda e assim viver com santidade em nosso mundo tão conturbador. Encerremos pedindo a Deus que abençoe todo lar. Que tal a música de padre Zézinho? A oração pela família. Sim... abençoe Senhor as famílias amém. Abençoe a minha também. Amém.
 

Frei Reinaldo.

Festa da Comunidade Santa Isabel - Morro do Peres



Hoje, dia 03 de Novembro a Comunidade do Morro do Peres está celebrando a  Festa de Santa Isabel, Padroeira da Comunidade.

PROGRAMAÇÃO


DIA 03/11/12 - SÁBADO  - MISSA FESTIVA
HORÁRIO: 19:30
LOCAL: SALÃO DA COMUNIDADE

DIA 04/11/12 - DOMINGO - ALMOÇO FESTIVO
CARDÁPIO: FEIJOADA
HORÁRIO: A PARTIR DAS 12HS.


VENHAM PARTICIPAR E
CELEBRAR COM A COMUNIDADE.

Congresso da Pastoral Familiar - Leste 1

VII CONGRESSO REGIONAL DE PASTORAL FAMILIAR.
IV ENCONTRO REGIONAL DE ASSESSORES DE PASTORAL FAMILIAR.
TEMA:
Família: Lugar de Perdão. Participação e Festa.
 
      Um fim de semana valioso para os assessores de Pastoral Familiar, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Angra dos Reis, pois é preciso adquirir conhecimento, principalmente quando se trabalha com as famílias, que são o berço de tudo.
Palestras: 

"Família que acolhe - JMJ (Jornada Mundial da Juventude) "
 Dom Antônio Augusto.
 
     "...Somos Igreja e por isso não podemos esperar um evento dessa magnitude como expectadores.
Fámilia Católica é Berço da Fé.
     Ano da fé, Sínodo dos Bispos, JMJ, são manifestações visíveis da ação do Espírito Santo nos dias de hoje (não são simplesmente eventos). Temos que somar forças com o Espirito Santo.
     Por isso, a  família cristã é chamada a participar da JMJ (Jornada Mundial da Juventude)."
 
 
"Família Lugar de Perdão"
Pe. Marcus Barbosa.
 
     "...A marca dos seguidores de Jesus é o perdão. Esse é o nosso testemunho.
     O perdão é o respiro de uma família. Não bastam estruturas na nossa Igreja, mas é preciso uma espiritualidade de comunhão.O perdão é dom de Deus!"
 
 
 
 
 
 
"Família e Catequese"
Pe. Ademar Ermelindo Pimenta.
 
 "...Precisamos ser exemplo pra nossos filhos. A catequese começa em casa!"
Dentre outras palestras que muito acrescentaram aos membros e Agentes da pastoral familiar, vejam algumas fotos desses momentos:
Fotos e texto: Felipe e Giselle - Pastoral Familiar.
 





 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Sede Santos


início do mês de novembro traz à tona algumas reflexões importantíssimas para a nossa vida. Qual o sentido da vida humana, o que nos faz ser realmente humanos, para onde iremos após o tempo em que passamos aqui nesta Terra? Chegando ao final do ano litúrgico, (já estamos na 31ª semana do Tempo Comum) a comemoração de todos os fiéis defuntos (que chamamos Dia de Finados) e a grande solenidade de Todos os Santos colocam diante de nossos olhos esses questionamentos profundos do ser humano. Mesmo para os que não professam uma fé específica, estas perguntas estão no profundo do ser de cada pessoa.
Ainda mais: o Ano da Fé, que iniciamos, é uma oportunidade importantíssima de aprofundar o que a Igreja catalogou no decorrer de sua história como consequência da revelação cristã sobre esses assuntos. Na primeira parte do Catecismo da Igreja Católica, nos artigos sobre a Profissão de Fé iremos encontrar no “creio na vida eterna” as orientações claras sobre em que acreditamos, sobre o porvir de nossa vida, e também no “nossa vocação à bem-aventurança” o anúncio do chamado à felicidade eterna.
A esperança cristã está solidificada na pessoa de Jesus Cristo. O homem espera pela lógica da confiança, olha para o futuro e espera o seu cumprimento em uma eternidade feliz. Sua esperança é de fato ancorada em Deus. Os Santos são pessoas felizes, bem-aventurados porque iluminados pela ação do Espírito Santo. São também a melhor forma de evangelizar! É a vida que anuncia o Evangelho que, como consequência, deverá ser explicitado e proclamado ao mundo.
Todas as suas esperanças em Deus  que se tornou para eles tudo tanto na vida quanto na morte, sempre os aproximaram dos irmãos vendo neles, pela fé, o próprio Deus humanado, Jesus Cristo. Viver a vocação à santidade é mergulhar ainda mais na vida humana, encontrando Cristo nos irmãos e irmãs. Basta ler e conhecer a vida dos santos de ontem e de hoje. São belíssimos exemplos da gratuidade do dom de Deus e a alegre correspondência humana a esse dom que leva a pessoa ao encontro com o seu irmão. O caminho para a sua total confiança em Cristo os fez, por meio do sofrimento físico e espiritual, libertos na experiência mística da noite escura para a luz eterna.

Celebre o Dia dos Fieis Defundos - Finados

 
  

Hoje, dia 02 de Novembro - dia dos Fieis Defuntos

haverá Missas nos seguintes horários:
07:30 - Igreja Matriz
19:30 - Igreja do Carmo
Venha celebrar conosco.

Dia 02 de Novembro: dia dos Fieis Defuntos

Celebramos a vida, não a morte.
“O dia de Finados não deve ser uma comemoração para a tristeza e a melancolia. Sentimos saudades dos seres queridos que já nos deixaram, mas temos deles uma recordação cheia de esperança, que expressa e continua a comunhão dos Santos. Sim, a fé nos oferece a possibilidade de uma comunhão com nossos queridos irmãos e irmãs já falecidos, dando-nos a esperança de que já possuem em Deus a vida verdadeira’ (GS 18, 2). {GS – Sigla que abrevia um importante Documento da Igreja, denominado Gaudium Et Spes, fruto do Concílio Vaticano II, cuja tradução é: Alegria e Esperança}.
A visita aos cemitérios, palavra que na raiz em grego e em latim significa ‘dormitório’, nos faz lembrar que os que partiram ‘dormem no Senhor’, conforme antiga expressão Cristã. Por isso celebramos a vida, sem dar lugar à amargura sem esperança”.
(Cf. Deus Conosco – dia a dia. Nov/2012 p. 21).
Que este dia seja um tempo para celebrarmos a memória de nossos irmãos e irmãs falecidos. Vale lembrar que, celebrar, é mais que um momento religioso. Celebrar é atualizar a vida. Portanto, devemos olhar a vida das pessoas lembradas e extrair as coisas boas que elas fizeram e deixaram como testemunho para nós. Feito isso, devemos assumir o compromisso de repetir essas ações para que elas estejam sempre entre nós. Assim, a vida dessas pessoas se prolonga na nossa vida.
Desta forma, sentiremos saudades das pessoas amadas que hoje celebramos, mas não sentiremos ausência.
Saudade sim. Ausência não.
Fraterno abraço, Frei Fernando.